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Anac reajusta tarifas de embarque de voos domésticos e internacionais

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Foto: Viagem do Ed / Aeroporto de Recife

Nesta terça-feira (16) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que os tetos das tarifas aeroportuárias dos aeroportos públicos administrados pela Infraero foram reajustados.

Os reajustes foram de 4,5833%, nas tarifas de embarque e conexão de passageiros e de pouso e permanência de aeronaves. Enquanto, as tarifas de armazenagem e capatazia de cargas foram de 2,9474%.

Com os reajustes, a tarifa máxima de embarque doméstico passará de R$ 29,90 para R$ 31,27, e a tarifa máxima de embarque internacional, passará de R$ 115,64 para R$ 118,06. Segundo a Anac, as novas tarifas poderão ser praticadas somente 30 dias após a divulgação pelo operador aeroportuário.

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Avianca passa a cobrar por bagagem a partir do dia 25 de setembro

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Foto: Divulgação

A Avianca Brasil passará a cobrar pela bagagem despachada a partir desta segunda-feira (25) através de uma nova classe tarifária, a Promo, que não incluirá o direito a despachar a mala e valores mais baixos. O valor por despacho de até 23kg será de R$ 30.

Nos voos internacionais, a Promo continua tendo preço menor, mas com direito a uma bagagem de 23kg para despacho. A bagagem de mão passa a ter peso máximo de 10kg em todos os voos. Já, em outras classes tarifárias como a Economy e Flex, os valores continuam os mesmos.

A Avianca Brasil era a única das nacionais que ainda não havia mudado sua política tarifária.

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Voos com destino aos EUA têm inspeção de segurança reforçada

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Foto: Divulgação / Pixabay

A partir desta terça-feira, 19, os voos com destino aos Estados Unidos da América (EUA) passaram a ter a segurança reforçada, com a ampliação da inspeção, pelas companhias aéreas, dos pertences dos passageiros na porta da aeronave.

Essa revista, está sendo intensificada e terá como foco a verificação mais rigorosa de aparelhos eletrônicos. Os passageiros que recusarem a inspeção de segurança em seus pertences podem ser impedidos de embarcar nos voos para os Estados Unidos.

A medida foi adotada após exigência da Transportion Security Administration (TSA), autoridade de aviação civil para assuntos relativos à segurança dos transportes contra atos de interferência ilícita de terceiros.

Essa não é uma medida estabelecida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a quem cabe instituir normas de segurança nos aeroportos brasileiro.

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Anac reajusta tarifas de embarque dos aeroportos Galeão e Confins

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reajustou as tarifas aeroportuárias do contrato de concessão dos aeroportos Galeão, no Rio de Janeiro e de Confins, em Minas Gerais. Os novos preços só poderão ser cobrados 30 dias após as concessionárias divulgarem.

As tarifas de embarque, no Galeão passará para R$ 29,41 em voos domésticos e R$ 114,79 para voos internacionais. Um aumento de 5,74%. Em Confins, o reajuste será de R$ 29,13 e R$ 114,28.

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Passagens aéreas ficaram mais baratas em 2016

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Foto: Divulgação / Ronaldo Silva

Em 2016, o preço das passagens aéreas em voos nacionais caiu 1,8%, em relação ao ano anterior, para 349,14, segundo a  Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). No segundo semestre, o valor média da tarifa aérea ficou em R$ 372,37, queda de 4,1% em comparação com 2015. De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (20), corrigidos pelo IPCA.

Os bilhetes vendidos ao longo de 2016, 53,5% custaram menos de R$ 300 e 7,7% menos de R$ 100. Apenas 0,5% custaram mais de R$ 1,500.

No âmbito regional, Rondônia foi o estado com as passagens aéreas mais caras em 2016, com preço médio de R$ 567,03. Já o Espírito Santo apresentou o preço médio de R$ 277,04.

Preço por quilômetro

O Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico (valor pago por quilômetro voado em voos nacionais) ficou R$ 0,3084 em 2016, queda de 4,1% em comparação com 2015. No segundo semestre de 2016, o valor foi de R$ 0,3245 por quilômetro, baixa de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2015.

No âmbito regional, o yield caiu  em 2016 em relação ao ano anterior. O Amapá foi o estado que apresentou a maior baixa, com R$ 0,30/km em 2016, sendo 17% menor do que em 2015. Os estado que apresentaram alta foram Mato Grosso (R$ 0,3459/km, alta de 12,8%), Minas Gerais (R$ 0,4161/km, alta de 4,7%) e Bahia (R$ 0,3080/km, alta de 1%).

O estado que apresentou maior valor por quilometro voado entre todos foi Minas Gerais, com R$ 0,4161/km, e o menor valor foi para a Paraíba, com R$ 0,2311/km.

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Demanda e oferta doméstica permanecem em recuo em fevereiro

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Segundo dados divulgados nesta terça-feira (21) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o mercado aéreo brasileiro continua pelo 19º mês consecutivo de retração na demanda.

Na comparação com o mês de fevereiro de 2016, o número de passageiros transportados recuou 5,3%, enquanto a oferta teve retração de 6,2% na mesma comparação, estando há 18 meses consecutivos em queda.

Segunda a ANAC, foram transportados 6,6 milhões de passageiros em fevereiro, volume 6,9% inferior ao mesmo período de 2016. A taxa de aproveitamento das aeronaves foi de 79,1%, alta de 1,0% na comparação com fevereiro de 2016 e a quarta variação positiva consecutiva do indicador.

No mês, foram transportadas 30.644 toneladas de carga paga e correio, o que representou uma diminuição de 0,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Continue lendo “Demanda e oferta doméstica permanecem em recuo em fevereiro”

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Aviação: Governo tenta liberar a cobrança de bagagens

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Foto: Divulgação / Pixabay

A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou hoje ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região pedido de suspensão da liminar que tornou sem efeito a norma que autoriza a cobrança por despacho de bagagem em avião. Na visão da AGU, a medida tem como objetivo “incentivar a liberdade de escolha do consumidor e, consequentemente, a concorrência entre as companhias aéreas”.

O órgão alerta, ainda, que a decisão da 22ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo gera insegurança jurídica e grave lesão à ordem pública, além de representar uma intromissão do judiciário na competência da agência regulatória.

O manifesto da AGU ressalta que a suspensão da regra que libera a cobrança de bagagens “prejudica, principalmente, o poder regulatório da Anac e a sua independência em produzir normas robustas, pautadas em estudos demorados e fundamentados que demandam intensa dedicação, tempo e conhecimento das áreas técnicas. Com a decisão, impede-se à Anac o exercício da sua atribuição legal de regular a prestação de serviços aéreos”.

O principal argumento utilizado pelo MPF é de que haverá um aumento do custo final para o consumidor. Porém, a unidade da AGU acredita que as regras antigas não são fruto de uma análise do mercado e das necessidades dos consumidores, mas da adoção de critérios utilizados pela indústria em outra época, o que explicaria o fato de o Brasil ser o único país do mundo que impõe às empresas o oferecimento de 23 quilos em voos nacionais e duas peças de 32 quilos em voos internacionais.

“Tamanha intervenção não só encarece as passagens aéreas pelos custos diretos (carga e descarga dos porões dos aviões) e indiretos (acréscimo de peso no avião importa no maior consumo de combustível), como traz externalidades como o maior consumo de combustível, acarretando em maior poluição”, esclarece a AGU.

O pedido de suspensão da liminar ainda não foi analisado.

Fonte: Panrotas